O garçom e a cozinheira

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Essa é uma linda história de amor. O garçom se chamava Raimundo e a cozinheira Ana Maria.

 

Ele tinha o dom de servir e encantar as pessoas e tratou logo de encantar a cozinheira. Ela possuía mãos de fada para temperar e cozinhar. Seu dom era deixar todo mundo com água na boca e conquistou o Raimundo pelo estomago.

 

Raimundo se casou com Ana Maria e essa união serviu de inspiração para o nome da peixaria mais querida da Amazônia, a Rayana. O “Y” foi posto só para valorizar.

 

E assim, trabalhando juntinhos, Raimundo vendendo e servindo muito bem o peixe e Ana preparando tudo com muito amor e carinho, o negócio prosperou.

 

Há quem diga que Ana tem uma fórmula secreta de temperar e Raimundo tem uma mágica que conquista as pessoas.

 

A verdade é que a vida real não foi nenhum conto de fadas. Raimundo e Ana são um casal apaixonante, pela simplicidade e simpatia. São muito batalhadores e realmente fazem o que mais amam. Mas a peixaria começou com a venda de churrasquinhos de carne à noite.

 

Com o tempo, Raimundo começou a assar peixes e vender aos vizinhos. Depois, com 3 mesas em sua casa, passou a oferecer as caldeiradas da Ana e os primeiros pratos da peixaria.

 

Com muito trabalho, batalhando dia a dia, o negócio foi crescendo. Em 10 anos o restaurante ampliou e as 3 mesas se tornaram mais de 60. Ao trabalho de Raimundo e Ana juntaram-se os filhos, Jonathas, Aline Rafaela, Ana Caroline e Raimundo Junior e mais de 40 funcionários. Uma grande família. A peixaria se profissionalizou e continua inovando ao investir em gestão, atendimento e tecnologia.

 

Os pratos são mais elaborados e a diversidade de opções não para de crescer. Mas do início você percebe o mesmo carinho e atenção.

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